Preparador físico de time da Copinha morre após grave acidente com ônibus da delegação
A Federação Paraense de Futebol afirmou acompanhar o caso, oferecendo apoio logístico e institucional ao clube e às famílias.
O acidente envolvendo a delegação do Águia de Marabá, que retornava da Copinha 2026, chamou a atenção pelo contexto em que ocorreu: o ônibus que levava jogadores e comissão técnica se chocou com um caminhão na BR-153, no Tocantins, resultando na morte do preparador físico Hecton Alves, ferimentos em outras pessoas da equipe e forte comoção no futebol paraense.
Como ocorreu o acidente com o ônibus do Águia de Marabá
Segundo a Polícia Rodoviária Federal do Tocantins, o acidente aconteceu na BR-153, entre Santa Rita do Tocantins e Crixás do Tocantins.
As primeiras apurações apontam colisão traseira com um caminhão parado na pista, supostamente sem sinalização adequada. A delegação retornava da Copa São Paulo de Futebol Júnior após chegar à segunda fase.
O impacto causou grande dano estrutural ao ônibus, pânico entre os ocupantes e mobilização de equipes de resgate e motoristas que passavam pelo local.
🚨 URGENTE 🚨
— Noite de Copa (@Noitedecopa) January 16, 2026
Aconteceu um acidente envolvendo o ônibus da delegação Sub-20 do Águia de Marabá que estava disputando a Copinha. Infelizmente houve uma morte e feridos.
A equipe do Noite de Copa deseja suas mais sinceras condolências por esse momento difícil, que Deus conforte… pic.twitter.com/bszbATeeRh
Quais são as informações sobre as vítimas do acidente
O preparador físico Hecton Alves, responsável pela preparação do time sub-20, morreu em decorrência dos ferimentos, fato confirmado em nota oficial do clube.
O treinador Ronan Tyezer foi apontado como uma das vítimas mais atingidas e segue internado em estado grave.
A Federação Paraense de Futebol informou que todos os atletas foram encaminhados a hospitais para exames e, depois, a um hotel em Santa Rita do Tocantins, onde permaneceram em observação.
Não houve registro inicial de outros casos considerados graves entre os jogadores.
- Uma vítima fatal: Hecton Alves, preparador físico do sub-20.
- Um ferido grave: técnico Ronan Tyezer, em atendimento hospitalar.
- Demais ocupantes: jogadores e comissão com escoriações e ferimentos leves.
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As primeiras imagens do acidente mostram o ônibus do Águia de Marabá com a parte frontal parcialmente destruída, após colisão com um caminhão que estava parado no acostamento.
— Ronaldo Santos ⚽️🔥🏎️ (@ronaldaodars) January 16, 2026
A colisão ocorreu no município de Fátima, distante cerca de 128km de Palmas. Segundo relatos de… pic.twitter.com/Wm6UrXlB9W
Como clube e autoridades reagiram ao acidente com o ônibus do Águia de Marabá
O Águia de Marabá divulgou nota oficial detalhando o acidente, lamentando a morte de Hecton Alves e informando o estado grave do treinador. A direção reforçou que, até aquele momento, não havia atletas em condição clínica grave.
A Federação Paraense de Futebol afirmou acompanhar o caso, oferecendo apoio logístico e institucional ao clube e às famílias. A PRF ficou responsável pela investigação das causas do acidente e pela divulgação das informações oficiais sobre a ocorrência.
Quais foram as principais ações após o acidente
Após o choque na BR-153, equipes de resgate e autoridades adotaram uma série de medidas emergenciais e de apoio.
Essas ações envolveram desde o socorro no local até a organização da logística para o retorno seguro da delegação.
- Isolamento da área do acidente e atendimento inicial às vítimas.
- Encaminhamento dos feridos para hospitais próximos.
- Transferência da delegação para um hotel em Santa Rita do Tocantins.
- Divulgação de notas oficiais pelo clube e pela federação estadual.
- Início das apurações sobre as circunstâncias do acidente rodoviário.
Que debates o acidente do Águia de Marabá reacendeu
O episódio gerou manifestações de solidariedade de clubes, federações e torcedores nas redes sociais, além de comoção em todo o futebol paraense.
Ao mesmo tempo, reacendeu discussões sobre segurança em longas viagens rodoviárias de delegações esportivas.
O caso reforça a importância de protocolos rígidos de transporte, infraestrutura adequada nas rodovias e fiscalização de veículos parados sem sinalização.
Enquanto familiares e colegas aguardam a recuperação dos feridos, o foco permanece no suporte emocional e na prevenção de novos acidentes.
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