Retrospectiva: o dia em que o mundo perdeu Giorgio Armani
Nos últimos anos, o estilista formalizou a continuidade da marca com a criação, em 2016, da Fundação Giorgio Armani
Giorgio Armani morreu em 5 de setembro deste ano, aos 91 anos em Milão, segundo comunicado do Armani Group, que informou ter sido uma morte tranquila, entre familiares.
A marca acrescentou que o fundador trabalhou até os últimos dias.
Armani cofundou a empresa que leva seu nome em 1975 ao lado de Sergio Galeotti. A partir de Milão, construiu uma casa que uniu alfaiataria desestruturada, paleta sóbria e controle direto sobre criação e negócios, mantendo a companhia independente. Segundo o próprio grupo, ele permaneceu à frente das coleções e de projetos institucionais até o fim.
Nos últimos anos, o estilista formalizou a continuidade da marca com a criação, em 2016, da Fundação Giorgio Armani, concebida para resguardar a governança e os valores do grupo.
Dados oficiais indicam que o grupo empregava 9.077 pessoas ao fim de 2023, sinal de uma estrutura global consolidada que atravessa moda, beleza, mobiliário, hotelaria e projetos culturais como o museu Armani/Silos, em Milão.
A casa manteve, em 2024, calendário de mostras e iniciativas institucionais alinhadas ao planejamento do fundador.
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