Newton Cannito na Crusoé: O Agente Secreto do intelectual orgânico
Kleber Mendonça Filho só repete jargões e promove polêmicas para promover pautas petistas
Kleber Mendonça Filho não é um cineasta comum — ele foi escolhido para ser o intelectual orgânico do petismo.
O soviético Josef Stalin também tinha seus cineastas escolhidos e autorizados.
Monsieur Mendonça, como ele gosta de ser chamado, é o eleito da vez.
Seu filme Agente Secreto é mais um fracasso estético e possivelmente mercadológico do diretor.
Mas, devido à grana pública pesada na produção e lançamento e a um lobby de 20 anos em festivais, o lançamento de Agente Secreto se traveste de sucesso.
Criticar o filme é para alguns poucos que não temem o cancelamento.
Quem não gostar do filme de Monsieur Mendonça é automaticamente encaixado na categoria de “extrema direita” e é cancelado pela classe artística.
O intelectual orgânico, nos termos de Gramsci, é o intelectual a serviço do partido, integrado à filosofia partidária.
Nelson Rodrigues, que era realmente livre, se definia como intelectual inorgânico.
Já Monsieur é um intelectual orgânico da última geração. Ele só repete jargões e promove polêmicas para promover a pauta petista — como o “Fora Temer” em Cannes, o frevo antibolsonarista e outras performances dignas de Anos Rebeldes, da Globo.
Ele é só um robô digital com muita grana pública.
O lançamento comercial de Agente Secreto repete uma fórmula muito usada pelo establishment do cinema brasileiro: a fórmula Cacá Diegues de Sucesso de Público!
Os filmes de Cacá eram um caso comercial muito parecido com os de Monsieur Mendonça.
O truque é simples: o sucesso não é medido pela rentabilidade, e sim pelo público absoluto. Isso é obviamente uma distorção.
Imagine qualquer negócio: você prefere investir 10 reais e recuperar 5, ou investir 1 e ganhar 2 reais?
Evidentemente, o segundo é mais rentável — e mais bem-sucedido.
No cinema brasileiro, não. O sucesso é de quem investiu 10 e recuperou só 5, pois a medida do sucesso comercial usada para avaliar os filmes no Brasil (pela Ancine e outros mecanismos) é apenas o público absoluto…
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