Luisa Mell se pinta de azul na COP30
Durante a COP30, em Belém, a ativista Luisa Mell realizou um protesto em parceria com a organização internacional Peta.
Durante a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30), em Belém, a ativista Luisa Mell realizou um protesto em parceria com a organização internacional Peta. Sua performance chamou atenção para o impacto da pecuária na devastação ambiental, defendendo o veganismo como alternativa sustentável.
Qual foi o objetivo da manifestação de Luisa Mell na COP30
O principal objetivo de Luisa Mell foi evidenciar a relação entre a pecuária, o desmatamento e a destruição dos ecossistemas, temas discutidos na conferência. De maneira criativa, ela buscou provocar a reflexão sobre como o consumo de produtos de origem animal contribui para a crise ambiental.
A ativista ressaltou, ainda, que o veganismo pode ser uma solução prática para amenizar os efeitos ambientais negativos gerados pelo setor pecuário, especialmente na Amazônia, que enfrenta graves riscos devido à expansão agropecuária.
Por que o veganismo pode ser uma solução ambiental
O veganismo não é apenas uma escolha de dieta, mas uma postura comprometida com a redução dos impactos ambientais causados pela produção de alimentos de origem animal. A pecuária demanda grandes áreas de pastagem e resulta em significativa emissão de gases de efeito estufa.
Diversos estudos apontam que a substituição de produtos animais por alternativas vegetais pode minimizar impactos ambientais. Entre os principais benefícios dessa escolha, destacam-se:
- Redução da pegada de carbono individual e coletiva
- Menor pressão sobre recursos hídricos
- Diminuição do desmatamento
- Preservação de habitats naturais
O que a COP30 discute sobre o impacto ambiental da pecuária
Na edição da COP30, o Brasil ocupa um papel central nas discussões climáticas devido à sua biodiversidade e desafios ambientais. Os impactos da pecuária na Amazônia foram amplamente debatidos, com atenção à necessidade de práticas agrícolas mais responsáveis.
Os debates ressaltaram como o aumento do desmatamento ameaça biomas essenciais. A busca por alternativas, como agricultura sustentável e transição alimentar, foi reforçada durante esta edição da conferência.
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