Ronnie Von expõe que teve roupa arrancada por multidão de fãs
Em participação no Que História é Essa, Porchat?, apresentador contou episódios traumáticos do auge da carreira musical
Convidado do Que História é Essa, Porchat?, Ronnie Von revelou detalhes traumáticos e inusitados do período em que fazia sucesso como cantor. O apresentador da RedeTV! relembrou o comportamento agressivo de parte de suas fãs nos anos de auge, com relatos de ataques físicos em meio a multidões, mordidas e até tentativa de castração.
“Era um tipo de amor absolutamente agressivo. Porque era para morder, tirar pedaços, muitas vezes tive cabelo arrancado. Elas arrancavam a roupa da gente. Era uma coisa horrível”, contou. Diante do espanto de Fábio Porchat, Ronnie Von confirmou: “Sim, quando tinha uma grande concentração de pessoas nesse sentido, mordiam. E fora outras coisas”, disse.
Apresentador trata episódio como agressão
O episódio mais chocante envolveu uma agressão direta. “Sofri uma vez que pegaram lá [apontando para o órgão genital] com fé e orgulho. Desci até o chão de tanta dor”, disse o cantor, apontando para a região genital. Porchat respondeu com humor: “Queriam castrar você”, arrancando risadas da plateia e das convidadas Ana Maria Braga e Giovanna Cordeiro, também presentes no palco.
Ronnie Von ainda detalhou uma tentativa frustrada de escapar do assédio com ajuda de um sósia. “Eu tinha um amigo que era um sósia e ele se vestia com a roupa igual. Quando saía todo mundo de dentro do teatro e juntava com o pessoal que estava do lado de fora, virava um mar de gente enfurecida. Ele saía por um lado, eu saía por outro”, contou.
Ronnie Von relembra ajuda de Erasmo Carlos
No entanto, em uma ocasião, o plano deu errado. “Nesse dia ele teve uma amigdalite e não foi. E quando eu saí, foi uma das piores experiências da minha vida. Porque tinha o segurança da emissora, tinha a polícia, tinha o pessoal da guarda civil na porta para segurar e ninguém conseguiu. Quando me viram, tiraram toda a minha roupa. A minha cueca, inclusive! Fui unhado e fui parar no chão, em posição fetal, na sarjeta, chorando”, pontuou.
Segundo o artista, quem o ajudou naquele momento foi Erasmo Carlos (1941–2022), que estava nos bastidores. “Com aquela altura toda me conseguiu uma camisa polo que parecia uma bata, por causa do tamanho e a cor que era azul calcinha”, recordou o artista.
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