“A gente sentiu na pele tudo que o exército israelense é capaz de fazer”, diz deputada petista
Em um vídeo compartilhado nas redes sociais Luizianne Lins afirmou, de modo genérico, ter sido vítima de "muitas violações e truculências"
A deputada Luizianne Lins, do Partido dos Trabalhadores (PT), que foi detida pelas Forças Armadas de Israel enquanto participava de uma flotilha com destino a Gaza, falou publicamente pela primeira vez sobre sua experiência. Ela confirmou que seu retorno ao Brasil está agendado para a manhã desta quinta-feira, 9 de outubro.
Em um vídeo compartilhado nas redes sociais Luizianne afirmou, de modo genérico, ter sido vítima de “muitas violações e truculências” dentro do estabelecimento prisional de Ktzi’ot, localizada no deserto de Neguev, mas não explicou quais teriam sido as “violências e truculências”
“A gente sentiu na pele tudo que o exército israelense é capaz de fazer”, continuou a deputada, mas não explicou exatamente o que o que o exército israelense foi capaz de fazer além de deter os tripulantes da Flotilha Global Sumud, enquanto organizavam os papéis para deportá-los.
“Nós fomos, na verdade, sequestrados pelo exército israelense, porque nós não estávamos em águas israelenses, estávamos chegando à Gaza. Após isso, o Exército de Israel tomou o controle dos barcos e nos levou para o porto de Ashdod e, de lá, nós fomos considerados presos”.
“Segundo o próprio ministro da Segurança Nacional e o próprio Netanyahu, nós íamos ser tratados como terroristas e assim fizeram”, declarou Luizianne, sentada em um sofá, com o seu Keffiyeh no pescoço.
“Nós temos que continuar denunciando o genocídio em Gaza porque o povo palestino merece viver com dignidade”, disse a deputada petista e ex-prefeita de Fortaleza.
Ao todo, 13 ativistas brasileiros foram deportados nesta terça-feira: Thiago Ávila, Bruno Gilga, Lisiane Proença, Magno Costa, Mariana Conti (vereadora do Psol), Ariadne Telles, Mansur Peixoto, Gabriele Tolotti (presidente do Psol-RS), Mohamad El Kadri, Lucas Gusmão, João Aguiar, Miguel Bastos e Luizianne Lins.
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Comentários (7)
MARCOS
08.10.2025 18:56ELA TEM QUE AGRADECER A ISRAEL DE NÃO ENTREGÁ-LA AO HAMAS POIS DE LÁ NUNCA MAIS VOLTARIA. INGRATA.
Maria Aparecida Visconti
08.10.2025 17:15meteu o nariz onde não devia, deu nisso
Emerson
08.10.2025 15:39E o quê que a meliante acha que iria acontecer se fossem capturados pelo Hamas ?
Fabio B
08.10.2025 13:55Merecia sentir o que Hamas é capaz de fazer.
GERALDO CARVALHO
08.10.2025 12:04Ser de esquerda é uma debilidade mental, essa idiota não dá uma palavra sobre a inumanidade dos terroristas do Hamas. Enquanto rastejar um único terrorista na terra, o serviço não acabou.
Annie
08.10.2025 10:41Vá trabalhar.
Luiz Filho
08.10.2025 09:13Sentiu pouco. Nem chegou perto de ter o CPF cancelado 😥