“A violência está vindo até você”
Da multidão em Londres ao assassinato de Charlie Kirk, três vozes descrevem como a mídia e a política alimentam um conflito que já transborda para as ruas
Três textos recentes discutiram os recentes casos de violência no Reino Unido e a cumplicidade da imprensa tradicional, abraçando narrativas ideológicas e invertendo a bússola moral, transformando agressores em vítimas e vice-versa.
Sobre a marcha Unite the Kingdom, em Londres, que reuniu multidões em torno de Tommy Robinson e terminou com discursos projetados diante do Parlamento, o jornalista Josh Ferme descreveu o evento como pacífico e familiar.
No telão, manifestantes viram Elon Musk declarou: “a violência está vindo até você. Você luta ou morre”.
Josh Ferme comparou as 25 prisões registradas pela polícia com as mais de 400 do Notting Hill Carnival, evento tratado como “familiar” pela BBC. Ele também criticou estimativas oficiais de público entre 110 mil e 150 mil pessoas, afirmando ter visto “ao menos 1 milhão”.
O analista acusou veículos como BBC e The Guardian de minimizar o tamanho da mobilização e de destacar apenas incidentes isolados de violência.
O relato também aborda a presença de grupos “antifascistas” e da organização Stand Up to Racism, posicionados atrás de cordões policiais. Ferme narra confrontos pontuais, bloqueios e longas retenções de manifestantes em áreas cercadas.
O comediante Konstantin Kisin, por sua vez, reagiu ao ataque em uma sinagoga em Manchester.
No X, escreveu: “um homem chamado Jihad iniciou uma matança numa sinagoga” e criticou a BBC que teria apontado “jornalistas de direita” como o verdadeiro problema. Ele concluiu: “você realmente não odeia a mídia o suficiente”.
Já o analista Connor Tomlinson ligou o assassinato de Charlie Kirk à radicalização online de jovens alinhados à esquerda. Ele citou confissão do autor, gravações e mensagens em aplicativos, embora parte das conexões ainda esteja sob investigação.
Tomlinson relembrou outros ataques atribuídos a atiradores que se identificavam com pautas progressistas e apontou discursos políticos que chamaram adversários de “fascistas” e “ameaça existencial”. Para ele, essa retórica abre espaço para justificar violência contra opositores”.
Os três textos convergem ao destacar duas frentes: a crítica à imprensa tradicional sobre protestos e crimes e o diagnóstico de uma escalada de radicalização política contra judeus que já não pode ser ignorada.
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Comentários (1)
Marcia Elizabeth Brunetti
03.10.2025 08:56UK precisa se livrar primeiro são dos muçulmanos. Esses inclusive não são de direita nem esquerda. Eles só querem que Allah seja o Deus supremo do Mundo.