Não vai ter Maria Bethânia na posse de Fachin?
Cantora foi convidada para entoar o Hino Nacional na posse de Luís Roberto Barroso em 2023
Com perfil mais discreto do que seu antecessor, ministro Luís Roberto Barroso, na presidência do Supremo Tribunal Federal, o ministro Edson Fachin preferiu não convidar nenhum grande nome da MPB para cantar o Hino Nacional em sua cerimônia de posse como presidente da Corte, que será realizada nesta segunda-feira, 29, às 16 horas.
Ao contrário de Barroso, que convidou a cantora Maria Bethânia (foto) para entoar o hino em sua posse como presidente em 2023, Fachin decidiu prestigiar o coral de servidores do STF, registrou O Estado de S. Paulo.
Em 10 de setembro de 2020, Luiz Fux convidou o cantor e “amigo de juventude” Fagner para interpretar o hino no plenário do STF.
Quando assumiu a presidência do STF em 12 de setembro de 2016, Cármen Lúcia convidou o cantor e compositor Caetano Veloso para cantar o Hino Nacional.
Em 2018, Dias Toffoli recebeu o coral infantil da Escola de Educação Infantil e do Centro Comunitário de Assistência Social da Legião da Boa Vontade (LBV), no Distrito Federal, para entoar o hino.
Na posse de Rosa Weber, em 2022, o hino foi executado pela Banda de Música do Batalhão da Guarda Presidencial.
A era Fachin
Nascido em Rondinha (RS), em 1958, Fachin se formou em direito pela UFPR (Universidade Federal do Paraná), onde é professor titular de direito civil. É mestre e doutor em direito das relações sociais pela PUC-SP, com pós-doutorado no Canadá. Também foi professor visitante no King’s College, em Londres.
Antes de chegar ao STF, em 2015, indicado pela então presidente Dilma Rousseff (PT), atuou como advogado nas áreas civil, agrária e imobiliária e foi procurador do Paraná. Entre fevereiro e agosto de 2022, presidiu o TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
A expectativa é que a gestão Fachin seja discreta. Avesso a holofotes, Fachin até hoje mantém hábitos simples como almoçar no bandejão do Supremo Tribunal Federal. Ele também dispensou a tradicional festa dada pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) na posse dos presidentes da Corte; ele também dispensou o tradicional coquetel de recepção no Supremo após a sua posse, repetindo um gesto da ex-ministra Rosa Weber, que cedeu apenas água e café para os convidados na sessão de cumprimentos.
Leia em Crusoé: Retração no STF?
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Comentários (3)
saul simoes junior
29.09.2025 11:54Segundo o Roberto Jefferson vai ter a Carmem Miranda!
Annie
29.09.2025 11:35Espero que com o Fachin na presidência a onda de exibição diminua o povo que adora aparecer.
Mariade
29.09.2025 10:47Essa safra de ministros é em sua maioria, exibicionista, narcisista. diabo a quatro. Totalmente desnecessária a exposição, a cantoria, os gastos exagerados do dinheiro público enquanto a maioria da população não tem sneamento básico, morre nas upas a espera de vagas nos hospitais e literalmente, passa fome. ACORDA, GENTE. ACORDA POVO.