Interferência de GPS, perto de Kaliningrado, em avião com ministra de Defesa da Espanha
Segundo um porta-voz da UE, as autoridades búlgaras suspeitam que a Rússia seja responsável pelo incidente. A Rússia negou tais alegações
De acordo com o Ministério da Defesa de Madri, uma aeronave militar espanhola sofreu interferência de GPS perto do enclave russo de Kaliningrado. Entre os passageiros estava a ministra da Defesa, Margarita Robles.
Um comandante que também estava a bordo disse a jornalistas que tais incidentes eram comuns na região. No entanto, também é possível navegar usando satélites militares. Segundo seu ministério, Robles estava a caminho da Lituânia.
No final de agosto, ocorreu uma interferência de GPS em um avião que transportava a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, a caminho da Bulgária. Segundo um porta-voz da UE, as autoridades búlgaras suspeitam que a Rússia seja responsável pelo incidente. A Rússia negou tais alegações.
Von der Leyen elabora plano para tarifas sobre o petróleo russo
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, quer impor tarifas mais altas sobre as importações restantes de petróleo russo para a União Europeia.
Um porta-voz em Bruxelas afirmou que mais detalhes sobre o plano serão apresentados oportunamente.
Ele não precisa ser adotado por unanimidade, mas apenas por maioria qualificada. Isso significa que o Conselho de Estados-Membros precisaria da aprovação de 15 dos 27 Estados-Membros da UE, que juntos representam pelo menos 65% da população total da UE, para ser adotado.
Até o momento, Hungria e Eslováquia se recusaram a renunciar ao petróleo fornecido por oleoduto da Rússia. Agora há uma clara esperança de que as altas tarifas de importação da UE possam persuadir os dois países a repensar sua posição.
Von der Leyen anunciou na terça-feira, após uma reunião com Trump em Nova York, que ela e o presidente dos EUA concordaram que as receitas da Rússia com combustíveis fósseis devem ser cortadas rapidamente.
Ucrânia precisa de mais ajuda financeira até 2027
O Fundo Monetário Internacional (FMI) persuadiu a Ucrânia a aumentar significativamente suas previsões para suas necessidades financeiras até 2027.
Conforme relatado pela Bloomberg, Kiev agora espera um déficit de aproximadamente US$ 65 bilhões (cerca de € 60 bilhões) – quase o dobro dos US$ 38 bilhões (cerca de € 35 bilhões) estimados originalmente.
Essa nova avaliação surgiu durante as negociações sobre um novo programa de empréstimos de quatro anos, que deve ser aprovado este ano. O programa atual de US$ 15,5 bilhões (cerca de € 14,3 bilhões) termina em 2027, e a maior parte dos fundos já foi utilizada.
De acordo com informações de fontes envolvidas na negociação, a Comissão Europeia já recebeu esta estimativa atualizada. Uma parcela significativa do valor necessário será financiada por meio de ativos russos congelados.
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