“Terroristas”, reage J.K. Rowling após morte de Charlie Kirk
Autora britânica condena violência política e reforça defesa da liberdade de expressão em reação ao assassinato do ativista nos EUA
A escritora britânica J.K. Rowling reagiu nesta quarta, 10, ao assassinato de Charlie Kirk, morto a tiros durante um evento na Utah Valley University, em Orem, nos Estados Unidos.
O governador de Utah, Spencer Cox, classificou o caso como assassinato político, e o FBI foi mobilizado para apoiar as investigações.
Rowling escreveu que quem defende a morte de adversários políticos é terrorista :
“Se você acredita que a liberdade de expressão é para você, mas não para seus adversários políticos, você é iliberal.
Se nenhuma evidência contrária poderia mudar suas crenças, você é um fundamentalista.
Se você acredita que o Estado deveria punir aqueles com visões contrárias, você é um totalitário.
Se você acredita que adversários políticos deveriam ser punidos com violência ou morte, você é um terrorista.”
A escritora tem sido, nos últimos anos, uma das vozes mais firmes contra a censura, o radicalismo progressista e as políticas conhecidas woke.
Com milhões de seguidores nas redes sociais, a autora de Harry Potter vem usando sua plataforma para defender liberdade de expressão e contrapor-se ao autoritarismo ideológico.
Seus posicionamentos são marcados por inteligência e, muitas vezes, por humor, o que ampliou ainda mais o alcance de sua mensagem.
O assassinato de Kirk, de 31 anos, ocorreu diante de milhares de pessoas.
O FBI divulgou imagens de um suspeito e oferece recompensa por informações que levem à prisão.
Lideranças políticas condenaram o homicídio.
O presidente Donald Trump anunciou que concederá a Kirk a Medalha Presidencial da Liberdade, de forma póstuma.
Já o vice-presidente JD Vance acompanhou a família na remoção do corpo. No ambiente acadêmico, o episódio também gerou repercussões: um professor em Iowa foi afastado após ironizar a morte do ativista em rede social.
Ao se posicionar contra a violência e a intolerância, Rowling reforçou que o assassinato de Charlie Kirk representa um ataque não apenas a um indivíduo, mas a valores fundamentais da democracia liberal.
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Comentários (1)
Fabio B
12.09.2025 11:10A J. K. Rowling sempre foi uma feminista notória e assumidamente progressista, alinhada à esquerda. Houve até uma fase em que virou piada o fato de ela tentar fazer patéticos “retcons” sugerindo que certos personagens do seus livros eram na verdade gays. Ainda assim, bastou discordar do dogma principal do momento, da pauta trans, em defesa das mulheres, para ser imediatamente atacada, desumanizada e reclassificada por essa turma virulenta como “extremista de direita”.