Rubio viajará ao México e Equador para discutir ações contra cartéis
Agenda nos dois países tratará de "ações rápidas e decisivas para desmantelar cartéis"
O secretário de Estado americano, Marco Rubio, viajará para o México e o Equador para tratar dos esforços do governo Trump contra a imigração ilegal, o enfrentamento aos cartéis internacionais de drogas e contra a influência da China na América Latina.
Essa será a terceira visita de Rubio à América Latina nos primeiros sete meses da nova gestão. Em fevereiro, ele já havia visitado países da América Central e do Caribe.
Rubio conversará com a presidente do México, Claudia Sheinbaum, para discutir a cooperação bilateral em imigração e o combate ao narcotráfico.
Nas últimas semanas, Trump elogiou a disposição do país vizinho em dialogar os temas de segurança.
O porta-voz do Departamento de Estado, Tommy Pigott, explicou que a agenda de Rubio na região exige “ações rápidas e decisivas para desmantelar cartéis, deter o tráfico de fentanil, pôr fim à imigração ilegal” e combater a presença de “atores extracontinentais malignos”.
Na segunda etapa da viagem, Rubio ifá ao Equador para uma reunião com o presidente Daniel Noboa, considerado um aliado de Washington na América do Sul.
“Coalizão internacional”
Na terça, 26, Rubio afirmou que os países aliados estão se juntando em uma “coalizão internacional” contra os cartéis.
Ao lado do presidente Donald Trump, ele valorizou a iniciativa da Argentina de declarar o Cartel de los Soles, ligada ao ditador Nicolás Maduro, como organização terrorista.
“Pela primeira vez na Era Moderna, estamos realmente em uma ofensiva contra os cartéis organizados que estão introjetando veneno [drogas], veneno mortal, em nossas cidades. E isso é um esforço de equipe. É o time de Kristi [Noem, Secretária de Segurança Nacional], é o time do Pete [Hegseth, secretário de Defesa], é o time de Pam [Bondi, procuradora-geral] e, obviamente, debaixo da liderança de Trump. Com isso, estamos obtendo uma incrível cooperação econômica e internacional.
Só na última semana, Equador, Paraguai, Guiana, Trinidad e Tobago e, hoje, a Argentina se juntaram a nós ou estão tratando de ajudar a avançar nisso. E nós vamos interromper que as drogas entrem em nosso país e já estamos conseguindo prisões recordes.
Uma outra coisa que estamos construindo é uma coalizão internacional contra esse flagelo no cenário internacional”, disse Rubio.
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