Eduardo se irritou com Bolsonaro: “VTNC SEU INGRATO DO C@***!”
Deputado não gostou de ser chamado de “imaturo” pelo ex-presidente, e reagiu com ofensas pesadas; no dia seguinte, pediu desculpas
“VTNC SEU INGRATO DO CARALHO!” – com essas e outras palavras “respeitosas” o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) criticou a postura do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em mensagens de WhatsApp, conforme revelado no relatório final da Polícia Federal (PF) divulgado hoje, 20. A conversa aconteceu no dia 15 de julho de 2025, após Jair Bolsonaro ter qualificado o filho como “imaturo” em uma entrevista, o que gerou a reação irada do parlamentar, que também cobrou responsabilidade do pai. As conversas foram anexadas ao processo que indiciou ambos pela PF.
O bate-boca
As mensagens, reproduzidas no inquérito policial, mostram a indignação de Eduardo Bolsonaro: “Me fudendo aqui! VC ainda te ajuda a se fuder aí!. (..) Se o IMATURO do seu filho de 40 anos não puder encontrar com os caras aqui, PORQUE VC ME JOGA PRA BAIXO, quem vai se fuder é vc E VAI DECRETAR O RESTO DA MINHA VIDA NESTA PORRA AQUI”.
A origem da controvérsia foi uma entrevista concedida por Jair Bolsonaro ao portal Poder360. Na ocasião, o ex-presidente afirmou que, apesar dos 40 anos, seu filho “não é tão maduro assim, vamos assim dizer, talhado para a política…”.
A declaração foi feita em meio a divergências entre Eduardo e o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).
O pedido de desculpas
No dia seguinte, madrugada de 16 de julho, Eduardo Bolsonaro enviou uma nova mensagem ao pai pedindo desculpas, justificando que “estava puto na hora”.
Ele também publicou uma foto em sua rede social X, indicando a pacificação do conflito com Tarcísio de Freitas.
O pastor Silas Malafaia também interveio, criticando Jair Bolsonaro por ter “queimar seu garoto”, e chamou a atitude de “erro estratégico, de alto grau”.
Leia também: “Valdemar fala uma coisa na frente e, atrás, outra “, disse Malafaia a Bolsonaro
Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.
Comentários (0)