Ex-jogador da Seleção tem bens e mansão de luxo apreendidos por dívida milionária
O caso envolve não apenas valores milionários, mas também a perda de bens simbólicos da trajetória do ex-jogador.
O ex-zagueiro da Seleção Brasileira, Antônio Carlos Zago, acumulou dívidas expressivas com seu antigo procurador, João Assef. O valor inicial de R$ 8 milhões disparou para cerca de R$ 20 milhões após anos de juros e correções.
Zago alegou que, pela relação de amizade, autorizou que Assef administrasse seus bens. Nesse período, ocorreram transferências questionáveis de imóveis e assinaturas de confissões de dívidas que hoje pesam contra ele.
Quais bens foram apreendidos na mansão de Antônio Carlos Zago?
Um caminhão foi enviado à residência de luxo em Presidente Prudente, avaliada em mais de R$ 20 milhões. A casa está agora sob supervisão judicial, enquanto parte de seu conteúdo foi removida.
Entre os itens penhorados estavam móveis de alto padrão, como sofás, mesas, estantes e cadeiras, além de aparelhos de ginástica e outros objetos de valor significativo.
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O que pode acontecer a seguir no caso do ex-zagueiro da Seleção?
A disputa deve se arrastar nos tribunais, já que há histórico de litígio entre Zago e Assef. O treinador inclusive já teve penhorados itens de sua carreira esportiva, como troféus e camisas.
Em 2024, quando comandava o Botafogo da Paraíba, 30% de seu salário foi retido para pagar parte do débito. Esse tipo de bloqueio pode se repetir em futuros trabalhos no futebol.
Quais os pontos principais desse processo?
O caso envolve não apenas valores milionários, mas também a perda de bens simbólicos da trajetória do ex-jogador. Além disso, destaca como relações pessoais mal administradas podem gerar consequências severas.
- Dívida que saltou de R$ 8 milhões para R$ 20 milhões.
- Bens valiosos, incluindo móveis e itens de carreira, já penhorados.
- Processos ainda em andamento, com possibilidade de novas perdas.
Curiosamente, casos semelhantes já ocorreram com outros atletas brasileiros, que após a aposentadoria enfrentaram litígios milionários por má gestão financeira, reforçando a importância da administração profissional de patrimônio.
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