Argentina fecha acordo com FMI para receber US$ 2 bilhões

01.04.2026

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Argentina fecha acordo com FMI para receber US$ 2 bilhões

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Redação O Antagonista
2 minutos de leitura 24.07.2025 21:50 comentários
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Argentina fecha acordo com FMI para receber US$ 2 bilhões

Revisão do programa sinaliza apoio do fundo ao presidente Javier Milei antes das eleições intermediárias de outubro

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Redação O Antagonista
2 minutos de leitura 24.07.2025 21:50 comentários 1
Argentina fecha acordo com FMI para receber US$ 2 bilhões
Foto: World Economic Forum/Ciaran McCrickard

A Argentina chegou a um acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI) para a primeira revisão do programa de US$ 20 bilhões.

A medida, que ainda depende da aprovação do conselho executivo, prevê US$ 2 bilhões desembolsados pelo FMI para Argentina, antes das eleições intermediárias de outubro.

A votação do colegiado está prevista para ocorrer ainda em julho.

Essa é a primeira revisão do programa firmado em abril, que liberou de forma antecipada uma quantia excepcional de US$ 12 bilhões ao governo argentino.

Nos termos cambiais, a Argentina o país relaxou de forma significativa os controles cambiais e de capital, vigentes desde 2019 em diferentes graus.

No momento, o peso argentino flutua em uma banda-alvo e os os cidadãos podem comprar dólares sem restrições.

As empresas, por sua vez, podem enviar ao exterior dividendos obtidos em 2025, mas ainda são impedidas de comprar dólares à taxa de câmbio oficial, enquanto os pagamentos de dividendos de anos anteriores permanecem retidos no país.

Apesar das dificuldades iniciais em acumular reservas em moeda estrangeira, o governo Milei usou principalmente vendas de títulos e acordos de recompra com bancos internacionais para reforçar as reservas.

O Tesouro também passou a comprar dólares, em decorrência do superávit fiscal.

Analistas consultados pelo Banco Central argentino apontam que a economia do país deve crescer 5% este ano, após dois anos de recessão.

A inflação mensal em maio foi a mais baixa desde a pandemia, com leve aceleração registrada em junho.

Leia também: Milei alerta sobre avanço de PCC e CV no Mercosul

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Comentários (1)

Fabio B

25.07.2025 09:16

O Brasil tinha acordos com o FMI, juros baixíssimos a perder de prazo, mas o Lula para bravatear que "pagou a divida externa", trocou esses juros baixíssimos a perder de vistas por juros altíssimos a médio prazo para o oligopólio bilionário de bancos brasileiros.


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