Qual a fase da Lua hoje, sábado, 28/06
O ciclo lunar, que dura aproximadamente 29 dias, sempre teve grande importância para a humanidade.
Ao observar o céu durante a noite, é possível notar que a Lua apresenta diferentes formas ao longo do mês. Essas variações, chamadas de fases da Lua, são resultado da maneira como a luz do Sol incide sobre o satélite natural da Terra e de como essa luz é refletida para quem está no planeta.
O fenômeno é cíclico e pode ser acompanhado por qualquer pessoa, sem a necessidade de instrumentos especiais.
Neste sábado, 28/06, a Lua está na fase Nova, com apenas 8% da sua superfície iluminada e visível da Terra.
O ciclo lunar, que dura aproximadamente 29 dias, sempre teve grande importância para a humanidade. Desde a Antiguidade, as mudanças na aparência da Lua servem como referência para a contagem do tempo, organização de calendários e realização de atividades agrícolas.
Em 2025, o interesse pelo ciclo lunar permanece, tanto por motivos científicos quanto culturais.
Por que a Lua muda de aparência?
A alteração na forma como a Lua é vista da Terra acontece devido à sua posição em relação ao Sol e ao nosso planeta. Conforme a Lua se desloca em sua órbita, diferentes partes de sua superfície recebem luz solar e tornam-se visíveis para os observadores terrestres. Esse movimento cria um padrão de fases que se repete mês a mês.
Quando a Lua está entre a Terra e o Sol, a face iluminada fica voltada para longe, tornando-se praticamente invisível, situação conhecida como Lua Nova. Conforme avança em sua trajetória, uma porção crescente da superfície iluminada passa a ser vista, dando origem à fase Crescente.
O ciclo atinge seu ponto máximo quando toda a face voltada para a Terra está iluminada, momento chamado de Lua Cheia. Após esse estágio, a área iluminada diminui gradualmente, caracterizando a fase Minguante.
Quais são as fases da Lua e como identificá-las?
O ciclo lunar é composto por quatro fases principais, além de etapas intermediárias que marcam transições visíveis no céu. As fases mais conhecidas são:
- Nova: Quase não é possível ver a Lua no céu noturno.
- Quarto Crescente: Metade da Lua aparece iluminada, com a parte clara aumentando a cada noite.
- Cheia: Toda a face visível está iluminada, tornando-se o ponto mais brilhante do ciclo.
- Quarto Minguante: Novamente metade da Lua é visível, mas agora a parte iluminada está diminuindo.
Entre essas fases, é possível observar formatos intermediários, como o crescente e o minguante, que apresentam diferentes proporções de luz e sombra.

De que forma o ciclo lunar afeta a vida na Terra?
As mudanças no aspecto da Lua têm impacto direto em diversos fenômenos naturais e atividades humanas. Um dos efeitos mais conhecidos é a influência sobre as marés, causada pela força gravitacional do satélite sobre os oceanos. Essa variação no nível da água é fundamental para a dinâmica das regiões costeiras e para a pesca.
Além disso, o ciclo lunar é utilizado como referência em práticas agrícolas, auxiliando no planejamento do plantio e da colheita.
Muitas culturas organizam festas e rituais baseados nas fases da Lua, como o Ano Novo Chinês e o Ramadã, que seguem calendários lunares. O acompanhamento das fases também é importante para astrônomos amadores e para quem aprecia a observação do céu.
Como acompanhar as fases da Lua em 2025?
Com o avanço da tecnologia, tornou-se mais fácil acompanhar o ciclo lunar. Aplicativos e sites especializados fornecem informações em tempo real sobre a fase atual da Lua, facilitando o planejamento de atividades que dependem desse conhecimento.
Mesmo assim, a observação direta do céu continua sendo uma experiência acessível e enriquecedora para pessoas de todas as idades.
O ciclo das fases da Lua permanece relevante em diferentes contextos, conectando ciência, tradição e curiosidade. Observar as transformações do satélite natural é uma forma de compreender melhor os ritmos da natureza e a relação entre Terra, Lua e Sol.
Fonte: Inmet
Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.
Comentários (0)