Hugo Motta, um procurado (pelo Google)
Buscas pelo nome do presidente da Câmara no Google aumentaram em 550% após a crise do Imposto sobre Operações Financeiras
O nome do deputado federal Hugo Motta (Republicanos-PB) – presidente da Câmara – registrou um salto expressivo no volume de buscas no Google na quarta-feira última, após o Congresso Nacional derrubar o decreto que aumentava a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).
A informação é da coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo.
Segundo levantamento do Google Trends, as pesquisas pelo nome do parlamentar cresceram 550% em comparação ao dia anterior, tornando-o o político com maior aumento de interesse na plataforma ao longo do dia.
Entre os termos mais pesquisados estão “Hugo Motta IOF” e “Hugo Motta partido”. Como registramos mais cedo, a crise do IOF tem o poder de atrair também o Supremo Tribunal Federal (STF).
Messias estuda recurso para derrubar decisão orquestrada por Hugo Motta
Como mostramos mais cedo, o advogado-geral da União, Jorge Messias, ainda vai fazer uma ‘avaliação técnica’ sobre as medidas judiciais “a serem adotadas para preservar a vigência do decreto” presidencial que determinou aumento das alíquotas do IOF – Imposto sobre Operações Financeiras.
O presidente Lula decidiu recorrer da decisão do Congresso que sustou as mudanças instituídas pelo Palácio do Planalto no imposto.
A decisão foi tomada na noite desta quinta-feira, 26, após conversa com o chefe da AGU, Jorge Messias. No entanto, a AGU ainda estuda o questionamento jurídico para o caso.
Conforme apurou este portal, o governo Lula deve questionar, por meio de uma Ação Direta Inconstitucionalidade (ADI), o descumprimento do artigo 49 da Constituição Federal. Segundo o inciso V, o Congresso somente pode intervir em atos do Poder Executivo caso ocorram abusos por parte da Presidência da República.
Assim, o governo Lula adota a mesma postura do PSOL, que apresentou uma ADI para tentar derrubar a decisão da Câmara.
A ADI do Psol está nas mãos do ministro Gilmar Mendes, que pediu uma manifestação do presidente do STF, Luís Roberto Barroso, sobre o que fazer a partir de agora.
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