3 SUVs que fazem menos de 7 km por litro e custam caro manter
Três SUVs populares no Brasil estão fazendo motoristas gastarem muito mais combustível. Veja quais modelos evitar para não quebrar o orçamento.
O mercado de SUVs no Brasil segue em expansão, mas nem todos os modelos se destacam pela eficiência energética. Alguns utilitários esportivos são frequentemente apontados por especialistas e proprietários como exemplos de veículos que consomem mais combustível do que a média da categoria. Em 2025, essa preocupação ganha ainda mais relevância, já que o preço dos combustíveis permanece elevado e a busca por economia se tornou prioridade para muitos motoristas.
Entre os SUVs que mais chamam atenção pelo alto consumo, destacam-se modelos de diferentes marcas e segmentos. O desempenho desses veículos, aliado ao peso e à motorização robusta, acaba impactando diretamente na autonomia e nos gastos diários dos proprietários. A seguir, serão apresentados três exemplos de SUVs que, segundo dados atualizados e relatos de usuários, são considerados menos econômicos no cenário nacional.
Por que o Jeep Compass 2.0 Flex é citado entre os SUVs menos econômicos?
O Jeep Compass 2.0 Flex figura frequentemente em listas de SUVs com maior consumo de combustível. Segundo dados do Inmetro, a versão flex do Compass apresenta médias de consumo abaixo do esperado para um utilitário esportivo moderno, especialmente quando abastecido com etanol. O modelo, bastante popular no Brasil, oferece conforto e tecnologia, mas seu motor aspirado de 2.0 litros acaba exigindo mais combustível para entregar desempenho satisfatório.
Além disso, o peso elevado do Compass e o câmbio automático de seis marchas contribuem para o aumento do consumo, principalmente em trajetos urbanos. Proprietários relatam médias que variam entre 6 e 7 km/l na cidade com gasolina, números que ficam ainda menores com etanol. Por esses motivos, o Compass 2.0 Flex é uma opção que merece atenção de quem busca economia no dia a dia.
O Chevrolet Equinox turbo está entre os SUVs que mais consomem combustível?
O Chevrolet Equinox, equipado com motor 1.5 turbo, é outro SUV frequentemente mencionado quando o assunto é alto consumo. Apesar de oferecer desempenho interessante e amplo espaço interno, o modelo não se destaca pela eficiência energética. De acordo com medições oficiais, o Equinox apresenta médias próximas de 9 km/l na estrada e cerca de 7 km/l em ambiente urbano, utilizando gasolina.
O porte avantajado do Equinox, aliado ao peso superior a 1.600 kg, faz com que o motor precise trabalhar mais para movimentar o veículo, resultando em maior gasto de combustível. Para quem prioriza economia, esse SUV pode não ser a escolha mais indicada, principalmente para uso frequente em trajetos urbanos ou congestionados.
O Mitsubishi Outlander V6 ainda é um dos SUVs menos econômicos do Brasil?

O Mitsubishi Outlander equipado com motor V6 3.0 é reconhecido por sua robustez e desempenho, mas também pelo consumo elevado. Esse utilitário esportivo, mesmo em 2025, mantém médias de consumo consideradas altas para os padrões atuais. Segundo o Inmetro, o Outlander V6 pode registrar médias de até 6 km/l na cidade e pouco mais de 8 km/l na estrada, sempre com gasolina.
O motor potente, somado ao câmbio automático e ao sistema de tração integral, contribui para o consumo acima da média. O Outlander V6 é voltado para quem busca performance e conforto, mas não para quem deseja economizar combustível. Por isso, é importante avaliar o perfil de uso antes de optar por esse modelo.
Quais cuidados tomar ao escolher um SUV para evitar alto consumo?
Antes de adquirir um SUV, é fundamental analisar as especificações técnicas e os dados de consumo divulgados pelo Inmetro. Optar por versões com motores menores, turboalimentados ou híbridos pode ser uma alternativa interessante para quem busca reduzir os gastos com combustível. Além disso, o peso do veículo e o tipo de transmissão também influenciam diretamente na eficiência energética.
Outras dicas importantes incluem realizar manutenções preventivas, calibrar os pneus corretamente e adotar uma condução mais suave, evitando acelerações e frenagens bruscas. Dessa forma, mesmo em modelos menos econômicos, é possível minimizar o impacto do consumo no orçamento mensal.
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