O ‘Plano B’ da CBF após recusa de Ancelotti
Jorge Jesus, de saída do Al-Hilal, passa a ser o alvo da Seleção Brasileira
Após o espanhol Carlo Ancelotti recusar a proposta para comandar a Seleção Brasileira, a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) já traçou o ‘Plano B’.
O próximo alvo para a vaga deixada por Dorival Júnior é o português Jorge Jesus, atual técnico do Al-Hilal, da Arábia Saudita.
O ex-treinador do Flamengo, onde conquistou o Campeonato Brasileiro e a Libertadores na mesma temporada, já manifestou interesse em treinar a Seleção Brasileira.
Em junho, o Brasil já tem dois compromissos pelas Eliminatórias: Equador, no dia 5, e Paraguai, no dia 10.
A convocação para as partidas precisa ser encaminhada à Fifa até 18 de maio. Até o momento, ela deve ser feita pelo coordenador de seleções masculinas, Rodrigo Caetano, e o gerente técnico, Juan.
Ancelotti
Nas últimas semanas, as negociações entre a CBF e o treinador italiano Carlo Ancelotti tinham avançado.
No entanto, o jornal espanhol Marca informou que ele declinou do convite.
Ancelotti contatou pessoalmente o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, para agradecer o interesse.
Fontes próximas à negociação indicam que Ancelotti foi bastante claro sobre sua decisão.
Inicialmente, ele teria comunicado aos representantes da CBF que não seria possível sua incorporação em junho, como a CBF pretendia, e que assumiria em agosto.
Essa sugestão teria sido uma surpresa para a entidade brasileira, pois todos os detalhes já haviam sido discutidos anteriormente.
Na CBF, acreditava-se que o treinador já tinha a aprovação do Real Madrid para sair em junho.
Oferta da Arábia Saudita
Ainda possam ter surgido dificuldades para Ancelotti costurar uma saída do Real Madrid em junho, tudo indica que por trás da decisão pode haver uma proposta milionária vinda da Arábia Saudita.
Fala-se em cerca de 50 milhões de euros líquidos por temporada, valor considerado praticamente irrecusável.
O contrato entre a CBF e Ancelotti já estava inclusive redigido, mas não será concretizado.
Jogo duro de Florentino?
O GE afirmou que o presidente do Real Madrid, Florentino Pérez, fez jogo duro para liberar Ancelotti.
A diretoria do clube espanhol não quis pagar a multa rescisória do técnico italiano, que exigia o pagamento integral após ser avisado de que não continuará no Real até o fim do contrato.
Ao saber do acerto com a CBF, Pérez se recusou a pagar a multar. O presidente do Real Madrid só aceitava liberar Ancelotti de graça.
Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.
Comentários (0)