Governo italiano espera 200 mil pessoas no funeral do papa Francisco
Mais de quatro mil agentes farão segurança da cerimônia no Vaticano
O governo italiano implementou uma megaoperação de segurança em Roma para receber a multidão de fiéis esperada no funeral do papa Francisco, marcado para o próximo sábado, 26.
Segundo o ministro do Interior, Matteo Piantedosi, cerca de 200 mil pessoas devem comparecer à cerimônia.
“Atualmente, 182 delegações estrangeiras confirmaram presença, metade das quais inclui chefes de Estado ou de governo”, afirmou.
Ao todo, 4.000 agentes estarão mobilizados em uma zona de exclusão aérea sobre o Vaticano.
Líderes no funeral
A cerimônia contará com a presença de lideres políticos de todo o mundo, que viajarão a Roma para prestar homenagem ao pontífice argentino.
O presidente Lula (PT) já confirmou presença no funeral e será acompanhado pela primeira-dama, Janja da Silva, além dos presidentes do STF, Luís Roberto Barroso, e do Senado, Davi Alcolumbre.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, também estará no funeral.
“Ele inspirou milhões, muito além da Igreja Católica, com sua humildade e seu amor puro pelos menos afortunados”, afirmou Von der Leyen.
Já o presidente do Parlamento Europeu, Roberta Metsola, confirmou que estará na cerimônia.
O presidente da França, Emannuel Macron, participará do funeral.
“Estaremos no funeral do papa, como é apropriado”, disse.
A líder italiana, Giorgia Meloni, será outra a estar presente.
Já outros…
No entanto, outros chefes de Estado ficarão de fora por receio de serem presos ou divergências com a Igreja Católica.
O ditador da Nicarágua, Daniel Ortega, quase nunca viaja para fora de seu país.
Ortega é paranoico, e teme que seu lugar seja ocupado se ele estiver ausente.
Outras duas ausências devem ser o ditador russo, Vladimir Putin, e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.
Ambos foram alvo de mandados de prisão expedidos pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) por crimes de guerra e contra humanidade.
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