Cirurgia de Bolsonaro transcorreu sem intercorrências, dizem médicos
O procedimento durou 12 horas e ocorreu sem a necessidade de transfusão de sangue
Após passar por uma cirurgia para tratar um quadro persistente de subobstrução intestinal no domingo, 13, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está clinicamente estável, sem dor e sob cuidados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital DF Star, em Brasília.
Segundo boletim médico, o procedimento, que durou 12 horas, transcorreu sem intercorrências e sem a necessidade de transfusão de sangue.
Eis a íntegra do comunicado:
“O ex-presidente da República Jair Bolsonaro foi submetido a uma cirurgia de grande porte para extensa lise de aderências e reconstrução da parede abdominal.
O procedimento durou cerca de 12 horas, transcorreu sem intercorrências e não exigiu transfusão de sangue. A obstrução intestinal foi causada por uma dobra no intestino delgado, que dificultava o trânsito intestinal. Essa condição foi resolvida durante o processo de liberação das aderências.
No momento, o ex-presidente encontra-se internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), clinicamente estável, sem dor, e recebendo suporte clínico, nutricional e medidas de prevenção de infecções.”
A esquipe médica dará uma entrevista coletiva nesta segunda, 14, às 9 horas, para falar sobre o procedimento.
A cirurgia de Bolsonaro
Bolsonaro foi submetido a uma cirurgia de laparotomia exploradora para tratar um quadro persistente de subobstrução intestinal.
O procedimento foi realizado para liberar aderências no intestino e reconstruir a parede abdominal.
O ex-presidente foi transferido para Brasília no sábado, 12, após apresentar dores intensas e distensão abdominal.
Bolsonaro havia sido internado inicialmente no Hospital Rio Grande, em Natal (RN), depois de passar mal durante um evento do PL no interior do estado.
A equipe optou pela intervenção após exames laboratoriais e de imagem confirmarem que o quadro não havia regredido com as medidas clínicas iniciais.
Esta é a sexta cirurgia relacionada às complicações da facada sofrida por Bolsonaro durante a campanha presidencial de 2018, em Juiz de Fora (MG). O procedimento é considerado padrão em situações de emergência, quando há necessidade de diagnóstico mais preciso ou intervenção imediata.
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Comentários (1)
Fabio B
14.04.2025 08:26Todo sofrimento é pouco pra esse traidor d3sgraçado. O picareta surfou na onda do impeachment da Dilma como se fosse o salvador da pátria, e quando chegou ao poder, rasgou todas as pautas que diziam respeito ao combate à corrupção e à moralidade pública. Enterrou a Lava Jato, abandonou o PL da prisão em segunda instância, manteve e ampliou privilégios, e ainda fez da política uma seita de adoração ao próprio nome. Transformou uma mobilização de rua genuinamente popular em um circo de fanáticos, apagando a força de um povo que queria mudança de verdade, não bajular político. E pra completar a desgraça, ainda teve a proeza de ressuscitar o que há de pior: O tanto de político ladrão que tinham sido presos, voltaram todos. Fortaleceu o Centrão, fez acordo com o que há de mais podre na política, e de brinde, reergueu o PT e botou o Lula de volta no jogo. Eu já estou satisfeito em saber que esse lixo nunca mais poderá concorrer a nada. Mas que se recupere bem, claro. Quero ver puxando cadeia sem mimimi, sem atestado, sem moleza. Que pague parte do que merece, nem que seja só alguns meses.