Joe Rogan contra Donald Trump
O apresentador, que é um dos maiores e mais influentes podcasters do mundo, questiona medidas do presidente americano
Joel Rogan, um dos maiores e mais influentes podcasters do mundo, tem feito críticas ao presidente Donald Trump.
Apoiador do republicado nas últimas eleições, Rogan já tinha criticado as falas de Donald Trump sobre o Canadá, que considerou “estúpidas”, além de se referir à política de deportação do novo governo como uma ideia “horrível”.
Perto do fim da recente corrida à Casa Branca, Rogan recebeu o agora presidente em seu podcast, em entrevista de mais de três horas, para que tivesse a oportunidade de esclarecer as controvérsias.
Quem é Joe Rogan?
Joe Rogan, comediante e comentarista de MMA, exaltado por Dana White, presidente do UFC, como um dos maiores responsáveis pela popularização informada da modalidade, é apresentador do Rogan Experience, podcast que atrai milhões de ouvintes por episódio, e recebe figuras relevantes da cultura, da política, dos esportes e do comportamento. O programa é transmitido desde 2020 pelo Spotify, em acordo que chegou a 100 milhões dólares.
Entre os convidados, por exemplo, já conversou com o esquerdista Bernie Sanders, o ator Macauley Culkin, o apresentador Jay Leno e o humorista brasileiro Rafinha Bastos, que hoje mora e trabalha nos EUA.
Em um dos episódios, o empresário Elon Musk, que aceitou o chamado de Trump para chefiar o Departamento de Eficiência Governamental (DOGE), rebateu as acusações de que seria nazista: “Hopefully people realize I’m not a Nazi. Just to be clear, I’m not a Nazi”.
Leia mais: New York Times compara caso Monark ao de Joe Rogan
Livre pensamento ou espaço para desinformação?
Rogan já foi acusado de disseminar informações falsas e questionar a veracidade dos institutos científicos e governamentais durante a pandemia do coronavírus. Na época, especialistas assinaram um manifesto acusando o apresentador de espalhar “teorias da conspiração” e “promover desconfiança”.
O próprio Spotify sofreu as consequências da campanha de boicote: o músico Neil Young exigiu que a plataforma não disponibilizasse suas obras. Dois anos depois, ele suspendeu o protesto.
De acordo com Rogan, sua intenção é basicamente “conversar com as pessoas” e não tomar partido de posições ideológicas, morais ou comportamentais específicas.
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Comentários (2)
Carlos Renato Cardoso Da Costa
09.04.2025 15:18Essas notícias de IA deixam muito a desejar...
Luis Eduardo Rezende Caracik
09.04.2025 12:03O que ele disse?