Jason Statham derruba Disney nas bilheterias
Filme de ação de US$ 30 milhões supera live-action de "Branca de Neve", que afunda na segunda semana
O thriller de ação “A Working Man”, protagonizado por Jason Statham e dirigido por David Ayer, estreou com US$ 15,2 milhões e assumiu a liderança das bilheterias no fim de semana de 30 de março, superando “Branca de Neve”, da Disney, que caiu 66% e arrecadou apenas US$ 14,2 milhões em sua segunda semana.
Produzido pela Amazon MGM, “A Working Man” mostra Statham no papel de um veterano militar que sai da aposentadoria para resgatar a filha sequestrada de seu chefe.
O longa teve uma recepção morna do público, com nota B no CinemaScore. Ainda assim, somando US$ 15 milhões no mercado internacional, o filme atingiu US$ 30 milhões no total global em sua estreia.
Enquanto isso, “Branca de Neve”, estrelado por Rachel Zegler e Gal Gadot, enfrenta dificuldades para justificar seu orçamento superior a US$ 250 milhões.
Até agora, arrecadou US$ 66,8 milhões nos Estados Unidos e US$ 143,1 milhões no mundo. A queda acentuada mostra a baixa adesão do público, num cenário em que o remake ainda terá de competir com o lançamento de “A Minecraft Movie”, voltado ao mesmo público infantojuvenil.
Outras estreias não conseguiram romper o bloqueio dos primeiros colocados.
“The Chosen: Last Supper”, episódio cinematográfico da série cristã, ficou com o terceiro lugar e surpreendeu ao faturar US$ 11,5 milhões em 2.235 salas.
“The Woman in the Yard”, suspense da Blumhouse estrelado por Danielle Deadwyler, arrecadou US$ 9,4 milhões, mas teve baixa aprovação com nota C- no CinemaScore e 39% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Já “Death of a Unicorn”, comédia de terror da A24 com Paul Rudd e Jenna Ortega, somou US$ 5,8 milhões e ficou em quinto lugar. O desempenho representa avanço em relação ao fracasso anterior da produtora, “Opus”, que arrecadou apenas US$ 1,8 milhão.
Apesar das novidades, o mercado segue em retração.
Segundo a Comscore, a receita total com ingressos está 10,9% abaixo de 2024 e 39% inferior a 2019. A estagnação do setor reflete o desafio contínuo da indústria cinematográfica em recuperar o público das salas após a pandemia e em meio ao avanço do streaming.
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Comentários (1)
Marcia Elizabeth Brunetti
05.04.2025 09:54Como diria a Morena de Neve: Free Palestine! o resto é bilheteria promovida pelos imperialistas.