“É impossível associar atividade com a urna que realizou”, diz técnico do Instituto Voto Legal
Carlos Rocha (foto), o engenheiro que coordena o Instituto Voto Legal e que aponta inconsistências nas urnas eletrônicas nas eleições deste ano, disse que os aparelhos antigos utilizados no processo deste ano apontaram problemas graves de comportamento...
Carlos Rocha (foto), o engenheiro que coordena o Instituto Voto Legal e que aponta inconsistências nas urnas eletrônicas nas eleições deste ano, disse que os aparelhos antigos utilizados no processo deste ano apontaram problemas graves de comportamento. Dois deles colocariam, segundo o Voto Legal, a eleição em risco.
“É impossível associar aquela atividade com a urna que realizou. Isso é um indício muito forte de que há um problema nos programas”, disse Rocha, aos jornalistas. “Esse problema pode ter diferentes causas, o relatório entra nesse detalhe. Outro ponto é essa ocorrência da violação do sigilo do ato de votar.”
Rocha também alegou que aparelhos antigos passaram a ter problemas físicos durante as eleições deste ano.
“As urnas travaram — foram desligadas no meio da votação e ligadas para que voltassem a funcionar”, continuou. “Isso não seria problema se não houvesse o sigilo na hora de votar.”
O partido se valeu do parecer do Instituto Voto Legal para apresentar, ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o pedido de anulação de parte dos votos da eleição. A análise do PL conclui que Jair Bolsonaro pode ter vencido a eleição em segundo turno.
Assista:
Mais lidas
“Ele me desrespeitou”, diz Michelle sobre ligação de Flávio
OAB suspende Deolane após pedido de exclusão de Pavanato
“É dia de jogo, nada nem ninguém me aborrece”, diz Flávio após vídeo de Michelle
Vídeo de Michelle divide opiniões entre bolsonaristas
“Cadê o filho do Lula?”, questiona Eduardo em jogo do Brasil