Forças de Defesa de Israel listam maiores eliminações do ano
Retrospectiva inspirada no Spotify elenca cinco principais terroristas neutralizados pello exército israelense em 2025
As Forças de Defesa de Israel (FDI) divulgaram nesta quinta-feira, 4, uma retrospectiva das principais operações militares realizadas em 2025.
Com uma estética visual inspirada na retrospectiva viral do Spotify, o material destacou um “Top 5 de eliminações” promovidas ao longo do ano contra integrantes do alto escalão do Hamas, Hezbollah e Houthis.
“1) Mohammed Sinwar, chefe do Hamas morto em maio
2) Hossein Salami, comandante da Guarda Revolucionária do Irã
3) Ahmed al-Rahai, primeiro-ministro dos Rebeldes Houthis
4) Haytham Ali Tabatabai, chefe do comando-geral do Hezbollah
5) Abu Obidah, chefe de propaganda do Hamas”
Melhor momento do ano
De acordo com as FDI, o ápice das operações de 2025 foi o resgate dos reféns mantidos pelo Hamas.
“Em outubro de 2025, as FDI lançaram a Operação Volta para Casa, que resultou no retorno de 47 reféns mantidos pelo Hamas em Gaza. Um permanece em cativeiro”, afirmou o comunicado.
Solução
Pesquisa AtlasIntel, realizada a pedido da StandWithUs Brasil, mostrou que a maioria dos brasileiros defende a solução que inclua a criação de dois Estados: Israel e Palestina.
Para 39,2% dos entrevistados, o Brasil deveria apoiar diretamente criação dos dois Estados.
Já 33,2% defendem que o país deveria estimular uma negociação de paz sem se alinhar a nenhum lado. Somadas, essas posições representam 72,4% dos brasileiros.
O levantamento foi realizado entre os dias 10 e 24 de setembro, antes do acordo firmado entre Israel e o grupo terrorista Hamas. Ao todo, foram ouvidos 1.812 entrevistados. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou menos.
Lula
O estudo também revelou que 64% dos brasileiros acreditam que o governo Lula deveria se aproximar mais de Israel.
Apenas 30% avaliam que o país está posicionado politicamente como deveria ser, enquanto 3% acham que o governo está mais próximo de Israel do que deveria.
Na prática, o governo petista tem adotado posições frequentes contra Israel.
Em julho, o Brasil aderiu formalmente ao processo movido pela África do Sul contra Israel na Corte Internacional de Justiça das Nações Unidas (CIJ) que acusa o governo de Benjamin Netanyahu de cometer genocídio contra os civis na Faixa de Gaza.
No mês seguinte, Israel rebaixou oficialmente o nível de suas relações diplomáticas com o Brasil, após o governo Lula rejeitar a nomeação de Gali Dagan como novo embaixador em Brasília.
Além disso, o Brasil deixou a Aliança Internacional para a Memória do Holocausto (IHRA).
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