“Ninguém aguenta mais tanta briga”, diz Flávio
Filho de Jair Bolsonaro foi questionado sobre declaração de Lula de que eleição vai ser uma "guerra"
Pré-candidato à Presidência, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta quinta-feira, 12, que “ninguém aguenta mais tanta briga”, prometendo mais uma vez ser um Bolsonaro “equilibrado”.
Em entrevista ao programa Pânico, da Jovem Pan, ele foi questionado sobre a recente declaração de Lula de que a eleição vai ser uma “guerra”.
“Na verdade, na moral, ninguém aguenta mais tanta confusão. Ninguém aguenta mais tanta briga. Eu também não. Acho que a minha aposta vai ser de mostrar que eu vou ser centrado, vou ser equilibrado. Vou conversar com que eu tenho que conversar. Vou ter um projeto para o Brasil aqui, porque eu acredito que vai redirecionar o nosso país para o caminho da prosperidade”, afirmou o filho 01 de Jair Bolsonaro.
“Você não vai ver uma posição minha virulenta, de xingar… para me tirar do sério é muito difícil. Acontece, mas é muito difícil”, acrescentou.
“Essa eleição vai ser uma guerra”
Durante o ato que celebrou os 46 anos do PT, na Bahia, Lula disse que a eleição “vai ser uma guerra”.
“Essa eleição vai ser uma guerra, e nós vamos ter de nos preparar para para não poder deixar a mentira governar este país”, afirmou o petista, acrescentando que está “motivado para cacete”.
O petista disse ainda que o resultado da eleição não dependerá apenas das ações do governo.
“O que vai ganhar é nossa narrativa política”, afirmou, ao defender a construção de um discurso capaz de enfrentar a direita nas urnas.
Flávio à frente de Lula em SP
Levantamento do Instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta quinta-feira, 12, indica que Lula (PT) não terá vida fácil no estado de São Paulo, o maior colégio eleitoral do país.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera a corrida presidencial no estado, com 37,8% das intenções de voto. Lula tem 33,7%.
A desvantagem do petista é de 4,1 pontos percentuais.
Em terceiro lugar, vem Ratinho Jr.(PSD), com 8,2%, seguido por Romeu Zema (Novo), 3,2%; Tereza Cristina (PP), 2,7%; Renan Santos (Missão), 2,2%; e Aldo Rebelo (DC), 1,3%.
Brancos e nulos são 6,8%. Não sabem ou não opinaram, 4,1%.
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Comentários (2)
Angelo Sanchez
12.02.2026 16:52O Brasil errou em votar num "descondenado", e os coitados, pobres e miseráveis fizeram a diferença e votaram num corrupto que ganhou as eleições, mas, agora Bolsonaro vai emplacar o seu filho e vamos voltar a viver num país sério, livre e democrático que vai voltar a crescer sem corrupção.
Junior
12.02.2026 16:15Esse ai é igual ao pai, corrupto e frouxo