Kim desafia Pablo Marçal a quitar dívida de R$ 500 mil após criação do Missão
No ano passado, durante um podcast, Marçal declarou que doaria R$ 500 mil ao MBL caso o grupo conseguisse botar o Missão de pé
Em entrevista ao programa Meio-Dia em Brasília, o deputado federal Kim Kataguiri (União-SP) desafiou e ex-candidato à prefeito de São Paulo Pablo Marçal a ‘quitar’ a dívida que o empresário tem com integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL).
No ano passado, durante um podcast, Marçal declarou que doaria R$ 500 mil ao MBL caso o grupo conseguisse botar o Missão de pé. Depois, Marçal desconversou e declarou que a doação ocorreria apenas se o partido conseguisse eleger um candidato de cargo majoritário.
Nesta quarta-feira à tarde, Kim fez de novo o desafio a Marçal.
“Pablo é o seguinte. Você tá devendo né 500 mil reais. Você não acreditou que o partido iria ser formado. Não vou pegar esses 500 mil reais, se você pagar, se você não for caloteiro, se você tiver palavra, e colocar no meu próprio bolso, sair para viajar….nem vou utilizar para a campanha do partido Missão. Eu me comprometo a doar esses 500 mil reais para as forças policiais fazerem enfrentamento ao crime organizado, aproveitando esse momento que elas estão precisando tanto”, declarou o parlamentar a O Antagonista.
Partido de Marçal parabenizou o partido Missão
O Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) divulgou nota nesta quarta-feira (5) em que parabeniza o recém-criado Partido Missão, sigla ligada ao Movimento Brasil Livre (MBL), cuja formação foi aprovada por unanimidade pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Assinada pelo presidente nacional do PRTB, Amauri Pinho, a manifestação afirma que a pluralidade partidária é “um pilar essencial para a robustez da democracia brasileira”. Segundo o texto, a homologação de uma nova legenda representa o fortalecimento do debate político e o “amadurecimento do sistema democrático”.
O partido também expressou votos de sucesso à nova sigla e a seus fundadores, ressaltando a importância da diversidade de visões e da colaboração entre diferentes correntes políticas “para superar os desafios que se apresentam e pavimentar um futuro próspero para o país”.
Como registramos, o TSE oficializou a criação do Missão.
“Acompanho o voto do eminente ministro relator e proclamo resultado que o Tribunal Superior Eleitoral, por unanimidade, deferiu o pedido de registro do estatuto e do órgão de direção nacional do partido Missão Nacional e determinou que a legenda, no prazo de 90 dias, proceda a revogação do parágrafo terceiro, do artigo 63 do seu estatuto, dispositivo que fica, então, sem anotação neste Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ainda a reformulação do artigo 62, adequando ao inciso 10 do artigo 15 da lei 9.9695, tudo nos termos do voto do relator, o qual ainda apontou o indeferimento de impugnações apresentadas na forma do seu voto”, proclamou a ministra Cármen Lúcia.
Segundo o relator André Mendonça, “o próprio partido, nos autos, já de antemão se disponibilizou a atender voluntariamente essas duas determinações, quando ciente dos apontamentos feitos pelo Ministério Público Eleitoral quanto a esses dois pontos”.
O voto de Mendonça foi acompanhado pelos ministros Isabel Gallotti, Antonio Carlos Ferreira, Floriano de Azevedo Marques, Estela Aranha, e Kassio Nunes Marques, além de Cármen Lúcia.
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Comentários (3)
Angelo Sanchez
06.11.2025 19:34Pablo Marçal, aquele da cadeirada do "Dapena", sabe ser político e vai dar muito trabalho para o TSE, pois, se deixarem ele concorrer vai ser o próximo Presidente da República.
Denise Pereira da Silva
06.11.2025 16:33Que venha com tudo o Partido Missão. Que mais parlamentares com a hombridade e competência do Deputado Federal Kim Kataguiri possam surgir dentro do partido.
Clayton De Souza pontes
06.11.2025 14:14Importante termos partidos comprometidos com o combate ao crime comum ou do colarinho branco. Se for o caso, já têm meu voto. Poucos partidos podem defender esse combate, inclusive os da esquerda e alguns da direita