Haddad reduz diferença para Tarcísio no 2º turno, indica Paraná Pesquisas
Em dois meses, as intenções de voto no ex-ministro de Lula passaram de 32,4% para 37,3%
Levantamento do Instituto Paraná Pesquisas, divulgado nesta quinta-feira, 16, indicou que o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT) reduziu a diferença que tem para o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) em um eventual segundo turno entre os dois principais pré-candidatos ao governo de São Paulo.
Candidato à reeleição, Tarcísio tem 53,4% das intenções de voto. O petista tem 37,3%.
Brancos e nulos são 5,8%; indecisos, 3,5%.
Em fevereiro, mês anterior em que a pesquisa foi realizada, Tarcísio tinha 58,7% dos votos no segundo turno. Haddad tinha 32,4%.
Brancos e nulos eram 5,8%; e indecisos, 3%.
Primeiro turno
Apesar do avanço de Haddad na disputa direta com Tarcísio, o atual governador lidera com folga a corrida eleitoral ao Palácio dos Bandeirantes em primeiro turno.
Tarcísio tem 47,8% das intenções de voto; Haddad, 33,1%; Paulo Serra (PSDB), 4,6%; e Kim Kataguiri (Missão), 3,5%.
Brancos, nulos e indecisos somam 11,1%.
Rejeição
Haddad também é o pré-candidato ao governo de São Paulo com maior rejeição.
O petista tem 42,9% de rejeição no estado. Tarcísio tem 27,2%; Kim Kataguiri, 17,5%; e Paulo Serra, 17,3%.
Poderiam “votar em todos” são 6,9%.
Não sabem ou não opinaram, 10,2%.
A pesquisa
O levantamento ouviu 1.600 eleitores em 80 municípios de São Paulo entre 11 e 14 de abril.
A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos.
A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número SP-00378/2026.
Haddad busca as vulnerabilidades de Tarcísio
Haddad se encontrou na terça-feira, 14, com deputados estaduais da base governista no Pacaembu, zona oeste da capital, para estruturar a campanha na disputa ao governo.
O encontro, realizado na residência que servirá como comando de campanha, durou duas horas e reuniu representantes de PT, PCdoB e PV.
A pauta: identificar vulnerabilidades do governo Tarcísio de Freitas para orientar o confronto eleitoral nos próximos meses.
Os parlamentares apresentaram diagnóstico sobre problemas enfrentados pela administração estadual. Segurança pública, corrupção na Fazenda estadual e privatização da Sabesp figuram entre os principais eixos de crítica ao adversário.
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Comentários (2)
Marian
16.04.2026 17:48Hahaha
Márcio Roberto Jorcovix
16.04.2026 16:01Só o que faltava era ter o Taxxad como governador de São Paulo. Minha nossa