Flávio despenca no Polymarket e Renan Santos fica a 10 pontos do senador
O Polymarket, plataforma global de previsões e apostas políticas, registrou Renan Santos com 13% das apostas para a eleição presidencial
O pré-candidato à Presidência da República Renan Santos, do Partido Missão, voltou a crescer nas projeções do mercado de apostas internacionais sobre a eleição presidencial brasileira.
O Polymarket, plataforma global de previsões e apostas políticas, registrou Renan Santos com 13% das apostas para a eleição presidencial, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) recuou para 23% na plataforma.
O movimento reduziu para apenas 10 pontos a diferença entre os dois nomes, consolidando Renan como um dos principais candidatos em ascensão dentro da plataforma.
O presidente Lula aparece na liderança, com 46%, enquanto Romeu Zema (Novo) registra 5%.
A queda de Flávio Bolsonaro se acentuou após a repercussão envolvendo áudios, denúncias e fatos relacionados ao senador e ao banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
Flávio usou verba do Senado para visitar Vorcaro
Como mostramos mais cedo, Flávio foi ressarcido pelo Senado por uma viagem de avião que fez a São Paulo em 29 de novembro de 2025, data em que visitou o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
Flávio pediu reembolso ao Senado de duas passagens que adquiriu – ao custo total de 2.629 reais e 99 centavos – para ir de Brasília à capital paulista e depois retornar na mesma data, conforme dados do Portal da Transparência da Casa.
Na terça-feira, 19, Flávio admitiu ter se encontrado com Vorcaro após a primeira prisão do empresário, no fim do ano passado. O parlamentar ressaltou que a visita ocorreu quando o dono do Banco Master já utilizava tornozeleira eletrônica e não podia deixar São Paulo.
“Eu fui sim ao encontro dele para botar um ponto final nessa história. Se ele tivesse me avisado que a situação era grave como essa, eu já teria ido atrás de outro investidor há muito mais tempo”, declarou Flávio após reunião com a bancada federal do PL”, declarou.
O senador afirmou que o único vínculo com Vorcaro foi relacionado ao financiamento do filme “Dark Horse”, produção sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). “Qualquer contato meu com esta pessoa foi única e exclusivamente para tratar do filme do meu pai”, disse.
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