“Ataques coordenados?”, questiona Eduardo Bolsonaro
Deputado reagiu a críticas de Romeu Zema sobre articulações nos EUA: "Posso reagir? Ou vão me acusar de dividir a direita?"
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) reagiu nesta quarta-feira, 12, à declaração do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), que criticou suas articulações políticas nos Estados Unidos.
Em publicação no X, Eduardo questionou as motivações por trás do que chamou de tentativa de “assassinar” sua reputação.
“Posso reagir? Ou vão me acusar de dividir a direita? Eu estou aqui na minha, fazendo o que todos que me seguem sabem. Na verdade eu já sei a resposta a este questionamento que fiz. A verdadeira pergunta é: a quem interessa assassinar a minha reputação? Ataques coordenados?“, escreveu no X.
Zema
Em entrevista ao portal Metrópoles nesta quarta, 12, Zema criticou Eduardo Bolsonaro.
O governador mineiro afirmou que ninguém pode “colocar o direito pessoal acima do interesse do país”.
“Com certeza. Ele não foi muito feliz nas declarações dele. Nós não podemos colocar o direito pessoal, particular de alguém, acima do interesse da nação. O interesse de alguém pessoalmente [não pode] se sobrepor ao interesse de um país. E me parece que naquele momento ali, ou ele não se manifestou bem, ou fez alguma coisa que deu a entender isso, né. Uma pessoa é mais importante do que o país, e ninguém é mais importante do que um país, nem um presidente. Então, acho que isso foi ruim para a direita e já é passado. Acho que essa onda aí já é bem pequena já e nós vamos ter outras ondas pela frente imprevisíveis“, disse Zema.
Em agosto, o partido Novo oficializou o nome de Zema como pré-candidato à eleição presidencial de 2026. Em evento realizado em São Paulo, o governador mineiro criticou os “abusos e perseguições” promovidos pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
“E é com esse Brasil bravo, é com ele que nós vamos chegar na Brasília. Vamos chegar à Brasília para varrer o PT do mapa. Vamos chegar à Brasília para acabar com os abusos e perseguições do Alexandre de Moraes. Nós vamos chegar à Brasília para libertar o Brasil. Essas próximas eleições vão decidir o nosso futuro e nós vamos ter de acertar as contas com os três maiores inimigos desse país: o lulismo, os parasitas do Estado e as facções criminosas”, disse.
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