Alckmin rebate investigação dos EUA e diz que Brasil combate trabalho forçado

13.04.2026

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Alckmin rebate investigação dos EUA e diz que Brasil combate trabalho forçado

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Redação O Antagonista
2 minutos de leitura 14.03.2026 19:22 comentários
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Alckmin rebate investigação dos EUA e diz que Brasil combate trabalho forçado

Escritório do Representante Comercial dos EUA anunciou que fará apuração sobre trabalho forçado em relação a 60 países

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Alckmin rebate investigação dos EUA e diz que Brasil combate trabalho forçado
Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

O vice-presidente Geraldo Alckmin se posicionou nesta sábado, 14, sobre a decisão dos Estados Unidos de apurar se as medidas que o Brasil adota para impedir a exportação de bens supostamente produzidos com o uso de trabalho forçado são suficientes para evitar a concorrência desleal e eventuais prejuízos às empresas americanas. Alckmin ressaltou que o governo brasileiro combate o trabalho forçado.

“A medida de investigação não foi só contra o Brasil. Ela foi ampla. Ela foi aberta para 60 países. E os 60 países que mais vendem para os Estados Unidos. Então, foi uma decisão que eles tomaram geral, ‘olha, os 60 países que mais vendem para nós, então nós vamos abrir uma investigação’. Sobre trabalho forçado. Ora, ninguém tem mais compromisso de combater trabalho forçado do que o governo brasileiro, o governo federal, pontuou o vice-presidente, em entrevista a jornalistas.

“O governo do presidente Lula tem compromisso com os trabalhadores, tem fiscalização, tem Ministério do Trabalho, é feito um esforço enorme aí de fiscalização para não ter trabalho forçado. Uma ida ampla, geral, de que o Brasil tem compromisso. Nós somos signatários de todos os tratados internacionais contra trbalho forçado, acrescentou.

O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos anunciou na quinta-feira, 12, que fará a apuração.

“Essas investigações determinarão se os governos estrangeiros tomaram medidas suficientes para proibir a importação de produtos fabricados com trabalho forçado e como a falha em erradicar essas práticas abomináveis impacta os trabalhadores e as empresas americanas”, disse o representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, em um comunicado.

Entre os investigados, estão também China, União Europeia, México, Canadá, Israel, Reino Unido e Emirados Árabes Unidos.

“Por muito tempo, trabalhadores e empresas americanas foram forçados a competir com produtores estrangeiros que podem ter uma vantagem de custo artificial obtida com o flagelo do trabalho forçado”, pontuou Greer.

O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos é vinculado diretamente ao gabinete do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Trata-se de uma agência governamental responsável por negociar acordos comerciais com outros países e assessorar o presidente americano no que diz respeito à política comercial.

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